Vivemos intensamente esses dias: campanhas políticas antecipadas; divergências se acentuando; o nosso molusco deficiente, aquele que nos preside a republiqueta de bananas Brasil, vivendo um dia de pinto molhado, inaugurando obras em intermináveis comícios temporãos, sempre acompanhado de sua candidata poste, (E pra ela ‘galinha molhada’ não fica bem. Pega melhor pra nossa estimada futura presidente ‘perua encharcada’ mesmo.); por aqui, no futebol, o leão voltou a morder a cobra; e na cena política federal o incrível aconteceu: pra proteger a bagunça da arrecadação de fundos secretos de campanha, o PT, o DEM e o PSDB, fizeram uma aliança. Cada vez me convenço de que é tudo farinha do mesmo saco. E não é de farinha paraense não, é daquelas super refinadas, impossível de se perceberem as separações, principalmente quando o pirão de cada um tem que vir primeiro.
Mas dois fatos deixaram os cidadãos tupiniquins atônitos. Um eu digo agora; o outro, só no final. O primeiro foram declarações do general com nome do professor da famosa escolinha: Gal Raymundo Nonato, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Logo do senado. Segundo meu general, pros homossexuais que trabalhem nas Forças Armadas o melhor é refazer o teste vocacional. Fazer carreira só se for com o técnico da seleção argentina de futebol, Diego Armando Maradona. Disse o General: "A maior parte dos exércitos, no mundo inteiro, não admite esse tipo de orientação. Até porque isso coloca dificuldades para a tropa obedecer um indivíduo com esses atributos.” Eu emendaria dizendo que só quem já serviu ao exército, enfrentando os exercícios normais de uma preparação pra guerra, e tendo que se submeter aos comandantes da forma como nos submetemos, pode dizer que não existe local mais inadequado para um gay. Mas também não existe local mais adequado, dependendo da ótica. Mas aí já são tergiversações!
Na raiz dessa discussão está a forma estereotipada com que a mídia, sempre ela, apresenta-nos os homossexuais. Via de rega a desgraçada da rede globo, por exemplo, só apresenta os gays, Ah!, e os protestantes também, saltitantes em seus estereótipos. Aliás, muitos gays e protestantes fazem questão de só se apresentarem assim! Bem disse o Rev Sávio no sermão de domingo, nas Graças, que, a despeito da descrição bíblica aberrante do homossexualismo, amar os homossexuais é uma obrigação. Assim como amar todas as outras subespécies: os políticos de Brasília, o assaltante assassino adolescente, o estelionatário, o defraudador, o fariseu puritano presbiteriano que pensa haver encontrado a chave da adoração a Deus, e até a irmãzinha que se descobriu em um nirvana espiritual porque nem se lembra mais dos pecados diários, na verdade ela pensa que não houve pecados, para confessar diante do Pai. Isso tudo apesar dos concílios eclesiásticos terem desenvolvido, ao longo dos séculos, uma espécie de filtro moral que normalmente só separa e pune os pecados sexuais: ou paixões lascivas descontroladas ou, mais notoriamente, se a barriga das mulheres der cria, ou se o pulso dos rapazes se dobrar exageradamente a qualquer pretexto.
Eis que surgiram declarações as mais lógicas possíveis: como a de que ‘um indivíduo gay é igual profissionalmente a qualquer outro’, ou a do meu dileto molusco presidente que disse: "Desde que ele mantenha a dignidade da farda, do cargo, do trabalho que executa. Se ele mantiver sua dignidade, sem problema nenhum. Se for indigno, ferindo a ética, não seria a favor." Inclusive o presidente prometeu aplicar essa regra aos petistas que governarão com a futura presidente, a sua atual “Primeira Dilma”, isso independente da orientação sexual que adotarem. Voltando aos gays: alguém questionaria as declarações do início do parágrafo? Não restam dúvidas. E quanto mais se discutir isso, mais tempo se vai perder, e mais promoção para o assunto se vai obter. É lícito ser gay! Porém não convém a alguém que conhece Jesus como Senhor e Salvador. E, como diria meu capitão, durante o CPOR/R: “Cessa o papo!”.
Um gay é tão cidadão quanto eu e tem todo direito à justiça, inclusive que o estado reconheça suas realizações e considere seus companheiros arrolados legalmente como dependentes! O que os gays no geral precisam entender é que abominar biblicamente o homossexualismo não me faz desrespeitá-lo como cidadão e como responsável pelas conseqüências de suas escolhas! E que ele não é uma classe, ou um terceiro sexo, é um homem, ou uma mulher, que decidiram se interessar por alguém do mesmo sexo. E que esse insólito casal jamais formará uma família no sentido de geração e criação de filhos, apenas pra usar as imagens sociológica e psicologicamente necessárias na construção e amadurecimento cerebral das crianças. E ainda precisam saber que a decisão pelo homossexualismo também os conduzirá, na ótica bíblica, em mais um caminho de pecado dentre tantos outros possíveis! Não se trata de banalizar o pecado, mas de circunscrever o homossexualismo à condição bíblica! Até pensei várias formas de encerrar esse assunto, mas só me ocorreram expressões faladas nos tempos da caserna. Portanto é melhor sair do assunto como a maioria das homossexuais femininas ainda se comporta: discretamente.
A igrejinha vive uma fase de muitas mudanças no campo da mídia. Há um grupo inteiro dedicado às possibilidades e formatos de transmissão da mensagem da Cruz. E nesse fim de semana muitos fatos ocorrerão. Chegam de uma vez: nosso anuário, que também seguirá em anexo; a primeira edição da revista InfoGraças – que só seguirá via e-mail na segunda que vem; e inauguraremos o novo formato do boletim - você já pode ver no anexo. Trazemos na Capa uma homenagem da SAF ao homem presbiteriano em seu dia; na Reflexão, nosso sócio, Enos Filho, instigante como sempre, traz-nos aspectos da Santa Folia que o Cristão deve vivenciar; trazemos uma nova seção de variedades: ‘Por Dentro da Igrejinha’; e finalizamos com as últimas da vidinha eclesiástica. Antes de nos irmos, um grande e afetuoso abraço em Cesar e Lu, em minha norinha, Elô, e em Luke – o cão mais feliz do mundo: foi muito bom estar com vocês em Caxias-MA; abraço também meu grande amigo Vicente – eis alguns dos pontos de vista pra nossa discussão da sexta de carnaval.
Ah! Sim, o outro fato que deixou atônito o cidadão tupiniquim: a possibilidade aberta pra comunicação com cérebros em vida vegetativa. Até selecionaram um cérebro vegetativo inativo de certo molusco deficiente, sempre ele, existe isso? E uma comunidade de cientistas da Universidade Federal de Caiçarinha da Penha resolveu aplicar a mesma sistemática britânica ao nosso querido presidente: “Jogar Tênis = SIM”; “Andar pela casa = NÃO”. Perguntaram ao cérebro vegetativo dele: “Você tem irmãos?”. E veio o eco do oco: “Você tem irmãos?”, “Você tem irmãos”, “Você tem irmãos?”...
É isso aí, pessoal! Maranata! Vejo vocês no domingo, ou na glória! Fui!
Adilton Andrade




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